O lançamento do livro Comunicado Importante – memórias da resistência, durante o 27º Congresso do ANDES-SN, reforçou a luta do Movimento Docente contra a subtração dos trabalhadores das universidades particulares e em defesa do direito ao exercício sindical.
Editado pela Associação dos Docentes da Universidade Metodista de Piracicaba – ADUNIMEP, o livro narra a história de luta e resistência de 148 docentes demitidos arbitrariamente da instituição, no dia 7 de dezembro de 2006, por meio de um comunicado distribuído pela intranet.
Os professores representavam 25% do quadro da UNIMEP e, conforme é narrado no livro, foram escolhidos entre os que se destacavam pela participação efetiva na representação da categoria docente na luta pelos seus direitos.
Na época, a universidade, que hoje atende 13 mil alunos do interior paulista, alegava passar por inúmeros problemas financeiros, agravados pela sua expansão desenfreada e não planejada. Os salários estavam atrasados. Direitos como proporcional de férias e 13º não eram sequer pagos.
“Apesar da reitoria ter nos demitido no início das férias escolares para evitar mobilizações e protestos, nós conseguimos o apoio dos docentes e dos estudantes para pressionar a administração da universidade a rever a decisão. Também procuramos a Justiça e, até o momento, conquistamos onze vitórias, incluindo o direito de reintegração de todos os demitidos”, conta o vice-presidente da ADUNIMEP, Marco Aurélio de Castro Ribeiro.
Rotina de problemas
Hoje, um ano após as demissões, os docentes voltam a enfrentar problemas trabalhistas na UNIMEP. O 13º salário relativo a 2007 ainda não foi pago, e os professores que saíram de férias não receberam o 1/3 devido e tão pouco tiveram o salário depositado antecipadamente nas suas contas.
“A nossa seção sindical já entrou com novas ações judiciais. O atraso salarial é uma estratégia utilizada pela reitoria para minar a resistência dos trabalhadores e causar descontentamento. Mas, agora, passamos do movimento de resistência ao movimento de ação: vamos trabalhar pela renúncia do atual reitor”, conta Marco Antônio Faria, membro do Conselho de Representantes da ADUNIMEP.
Editado pela Associação dos Docentes da Universidade Metodista de Piracicaba – ADUNIMEP, o livro narra a história de luta e resistência de 148 docentes demitidos arbitrariamente da instituição, no dia 7 de dezembro de 2006, por meio de um comunicado distribuído pela intranet.
Os professores representavam 25% do quadro da UNIMEP e, conforme é narrado no livro, foram escolhidos entre os que se destacavam pela participação efetiva na representação da categoria docente na luta pelos seus direitos.
Na época, a universidade, que hoje atende 13 mil alunos do interior paulista, alegava passar por inúmeros problemas financeiros, agravados pela sua expansão desenfreada e não planejada. Os salários estavam atrasados. Direitos como proporcional de férias e 13º não eram sequer pagos.
“Apesar da reitoria ter nos demitido no início das férias escolares para evitar mobilizações e protestos, nós conseguimos o apoio dos docentes e dos estudantes para pressionar a administração da universidade a rever a decisão. Também procuramos a Justiça e, até o momento, conquistamos onze vitórias, incluindo o direito de reintegração de todos os demitidos”, conta o vice-presidente da ADUNIMEP, Marco Aurélio de Castro Ribeiro.
Rotina de problemas
Hoje, um ano após as demissões, os docentes voltam a enfrentar problemas trabalhistas na UNIMEP. O 13º salário relativo a 2007 ainda não foi pago, e os professores que saíram de férias não receberam o 1/3 devido e tão pouco tiveram o salário depositado antecipadamente nas suas contas.
“A nossa seção sindical já entrou com novas ações judiciais. O atraso salarial é uma estratégia utilizada pela reitoria para minar a resistência dos trabalhadores e causar descontentamento. Mas, agora, passamos do movimento de resistência ao movimento de ação: vamos trabalhar pela renúncia do atual reitor”, conta Marco Antônio Faria, membro do Conselho de Representantes da ADUNIMEP.
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